Il est où?

O reencontro é uma continuidade. São pontos que de novo se unem e eliminam a quebra. Na verdade, seguimos onde sempre estamos: juntos. Existe algo de quântico entre nós. Somos partículas autónomas que se movem em sincronia apesar da distância. Sentimos as discontinuidades como territórios contíguos, sem intervalos. Um pequeno ponto brilhante juntou-se a esta festa. Pergunta “Onde está ele?” mostrando as palmas das mãos, dizendo que nada esconde, fazendo sorriso de marota. Não sei como definir o que sinto quando a ouvirmos chamar avó, titi, avô, papá, mamã. Onde estava ela? Não existia, mas sempre existiu. Sempre fez parte da continuidade que um dia iniciámos, que queremos prolongar, que ela prolongará.

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